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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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A AURORA BOREAL QUE TINGIU OS CÉUS MUNDIAIS

Mäyjo, 25.03.15

Na noite de terça para quarta-feira da semana passada, os céus das latitudes mais extremas do planeta foram tingidos por luzes coloridas no fenómeno que dá pelo nome de Aurora Boreal, no Hemisfério Norte, e de Aurora Austral, no Hemisfério Sul. O fenómeno foi provocado por uma tempestade solar severa, que ao interagir com o campo geomagnético terrestre deu origem às luzes coloridas.

Habitualmente, no Hemisfério Norte, a Aurora Boreal consegue ser apenas vista acima do Círculo Polar Árctico, mas a intensidade da tempestade desta semana fez com que o fenómeno pudesse ser observado em locais onde não costuma ser possível. A tempestade solar foi a mais forte desde o outono de 2013, tendo sido classificada com um quatro numa escala que vai até cinco, de acordo com a agência norte-americana dos oceanos e da atmosfera, escreve o Daily Mail.

As auroras são provocadas quando partículas com carga eléctrica provenientes do Sol interagem com a atmosfera terrestre. Estas tempestades, designadas por geomagnéticas, ocorrem quando o vento solar ou nuvens do campo magnético atingem o campo magnético da Terra. Normalmente, as partículas com carga eléctrica provenientes do Sol são reflectidas pela atmosfera terrestre mas algumas conseguem penetrar e colidem com partículas de gás. Estas colisões emitem luz, luzes essas dão origem ao fenómeno das auroras.

Uma vez que a tempestade solar foi de elevada intensidade, as auroras tornaram-se mais fortes e foram vistas em regiões abaixo do Círculo Polar Árctico. No caso da tempestade desta semana, a Aurora Boreal foi avistada nos estados mais a norte dos Estados Unidos, em grande parte dos países nórdicos e em muitos países da europa central e no Reino Unido – onde o avistamento do fenómeno é raro.

Perante o fenómeno de grande intensidade e incomum em vários países foram muitas as objectivas, profissionais e amadoras, que estiveram apontados para os céus nas últimas noites.

Uma Aurora Boreal invulgar